Os seus vendedores ainda têm gasóleo?

Não se preocupe que não vamos falar da crise dos combustíveis.

No entanto até o podíamos fazer, para vos dizer como se pode gastar menos, mesmo com o gasóleo em alta.

Mas diga-me uma coisa, não está cansado de repetir a mesma mensagem aos seus vendedores?

Claro que sim.

Muitas das vezes a repetição da mesma mensagem, ou mensagens similares pelas mesmas pessoas às equipas de vendas, faz com que a mesma entre por um ouvido a 100 e saia pelo outro a 200 na maioria dos casos.

Por vezes é importante abdicar do nosso Ego como Directores Gerais, Directores Comerciais, Chefes de Vendas ou Gerentes e dar lugar a intervenções diferentes junto da equipa comercial.

Todos nós sabemos que como vendedores temos altos e baixos.

Temos momentos em que nos sentimos na mó de cima, porque o negócio até vai bem.

Temos outros em que nos sentimos completamente em baixo, porque não vendemos há um ou dois meses.

O entendimento destas questões é fundamental para que todos os perfis acima descritos, quando gerem uma equipa comercial, o façam com a maior eficácia possível.

Existem diferentes tipos de abordagens a estas questões.

Consoante o ciclo comercial, o tipo de venda e até o tempo de duração em média a fechar um negócio na sua empresa, o perfil do comercial ideal para cada caso é completamente diferente.

Por exemplo, para abrir portas e bater o terreno, devemos procurar vendedores que tenham um dinamismo acima da média, que procurem novos desafios e que não estejam à espera de muitas direcções para atacar o seu território.

No entanto, se estivermos à procura de um comercial para gerir grandes contas e para seguir negócios que podem demorar um a dois anos ou mais a fechar, este perfil provavelmente já não será o mais indicado.

Um perfil destes, ao ter de gerir uma relação a longo prazo, iria certamente desmotivar e consequentemente não seria capaz de realizar um trabalho tão eficaz.

Será talvez preferível um vendedor que seja mais metódico e que consiga gerir uma relação a longo prazo, fomentando uma rede de apoios pessoais dentro da grande conta.

Portanto, uma das componentes para melhor gerir a desmotivação poderá ser uma abordagem centrada na alocação dos seus vendedores consoante os seus perfis comportamentais.

No entanto, a questão não se esgota por aqui, é necessário introduzir regularmente novidades na forma como a abordagem semanal à equipa é realizada.

Se não o fizer, corre o risco de saturar a sua imagem e todo o benefício que a sua intervenção semanal poderia ter perde-se.

Experimente introduzir componentes de apresentação de casos de sucesso realizadas pelos próprios vendedores.

Estar sempre a “dar na cabeça” dos seus vendedores (passo a expressão) não é a forma mais eficaz de os motivar.

A apresentação e discussão de casos de sucesso é uma ferramenta excelente para que a sua equipa se vá nivelando em termos de conhecimentos.

Um dos grandes problemas que surgem habitualmente nas equipas comerciais prende-se com o facto de alguns comerciais serem excelentes numa das fases da venda, por exemplo, a prospecção, mas serem autênticas nódoas no fecho, por exemplo, ou vice-versa.

Ao promover a apresentação e, acima de tudo, ao incentivar os vendedores a detalharem a forma como fizeram uma das suas vendas de sucesso, apresenta inúmeras vantagens.

Permite, por exemplo, que os outros vendedores se comecem a aperceber de pormenores que os outros estão a fazer, mas de que eles nunca se lembraram.

Tente organizar uma agenda mensal que privilegie diversos tipos de intervenções para cada reunião semanal do mês.

Outra forma de introduzir novidade e aprimorar as capacidades da sua equipa e optimizar o seu processo comercial é, por exemplo, contratar uma entidade externa para o fazer.

Ao abordar de uma forma integrada a formação e o envolvimento da equipa de vendas na melhoria e correcção do processo comercial da empresa conseguem-se resultados fantásticos em termos de actuação comercial.

Nem todos os clientes são iguais

Que nem todos os seus clientes são iguais, já todos nós sabemos.

O que provavelmente ainda não pensou, é que eles têm entre si características comuns.

Características, que podem ser agrupadas em quatros estilos de decisão/interacção principais.

Qual a vantagem disto?

O facto de podermos ter estratégias mais ou menos definidas para cada estilo, sendo depois só necessário adaptá-las a cada caso que encontramos.

Os quatro estilos principais

- Directivos
- Analisadores
- Sociais
- Relacionais

Cada um destes estilos gosta de interagir consigo de forma diferente.

Acima de tudo constrói o seu processo de decisão de maneira bem distinta um dos outros.

Assim sendo se queremos de facto influenciá-los temos de nos adaptar a cada um deles e dar-lhe o que de facto ele necessita.

Vamos lá a ver uma coisa.

Todos nós temos componentes de todos os estilos.

No entanto existe sempre aquilo que é a nossa zona de conforto e à qual voltamos sempre que podemos.

Ora vamos lá a analisar cada um dos estilos:

Director

Este estilo caracteriza-se por:

- Ser rápido e decidido
- Dar prioridade à tarefa e aos resultados
- Ser um pensador rápido
- Ter medo de perder o controle
- Procurar produtividade e lucro
- Ser dominado pelos seus objectivos
- Procurar sucesso = resultados

Analisador

Este estilo caracteriza-se por:

- Ser lento e sistemático
- Dar prioridade à tarefa
- Só se preocupar com o trabalho/tarefa
- Ter medo do embaraço de cometer erros
- Procurar eficácia
- Procurar os benefícios quantificáveis que justifiquem a compra
- Procurar credibilidade e ser preciso

Relacional

Este estilo caracteriza-se por:

- Tudo ao seu ritmo (vagaroso)
- Ser focado na relação
- Ter medo do confronto
- Procurar aprovação de todos
- Gostar que todos gostem dele
- Ser dominado pelas suas emoções
- Procurar benefícios que afectem as suas circunstâncias pessoais

Social

Este estilo caracteriza-se por:

- Possuir um ritmo rápido e espontâneo
- Dar prioridade à interacção, influência dos outros nos relacionamentos
- Temer a perda de prestígio
- Procurar reconhecimento
- Ser dominado pelas suas ideias
- Falar da ideia ou do resultado do produto/serviço em vez dos aspectos técnicos
- Procurar status, respeito e admiração

E agora o que é que vamos fazer com toda esta informação.

Com base em cada um dos estilos devemos preparar a nossa abordagem de forma a irmos de encontro às necessidades de cada um.

Por exemplo:

Com um Directivo devemos ser:

- Directos
- Eficientes
- Competentes
- Pontuais
- Ter um ritmo rápido
- Focados nos resultados do que estamos a apresentar

Com um Analisador devemos ser:

- Eficientes e bem preparados
- Dar-lhe toda informação crítica
- Focados nos resultados
- Procurar oferecer uma oferta sem risco
- Ter um ritmo Lento
- Focados na demonstração lógica dos resultados da nossa solução

Com um Relacional devemos ser:

- Sinceros e calorosos
- Interessados nas suas opiniões
- Dar-lhes garantias baseadas em nós
- Evitar o conflito
- Ter um ritmo Lento
- Focados em como ele vai ser afectado pessoalmente

Com um Social devemos ser:

- Interessados nele
- Suportar as suas opiniões, ideias e sonhos
- Usar a emoção
- Passar tudo a escrito
- Ritmo rápido
- Focados no seu status

Estas são apenas algumas dicas de como lidar com cada um dos estilos de decisão para poder maximizar as suas chances de sucesso no fecho de negócio.

Como diria um cliente nosso, se a venda fosse simples, não precisava da sua equipa de comerciais.

Nos tempos que correm e com a actual conjuntura económica é cada vez mais difícil vender sem a preparação adequada da sua equipa.

Já fez alguma coisa para melhorar a eficácia comercial da sua empresa?

Adsense para referências termina a partir de setembro

Segundo comunicado do Google Adsense, o Programa de Adsense para referências, será descontinuado no final de Agosto.
Neste programa inclui-se o popular download do Firefox com a barra de ferramentas do Google.

Quem utiliza este programa de referências do Adsense deverá retirar o código dos anuncios dos sseus sites.
Poderá substituir os espaços livres por anuncios de contexto ou pelos programas em português da tradedoubler, Netaffiliation, ou em inglês pelo eBay, Amazon, etc.
Aconselho a ler as 62 empresas para ganhar dinheiro com o seu blog ou website - o guia completo.

Fica aqui o e-mail enviado pelo Google Adsense:

Olá,

Agradecemos sua participação no programa de referências do AdSense. O programa de referências do AdSense será descontinuado na última semana de agosto. Após esse período, o código de referências não exibirá mais anúncios.

Se você utiliza referências, seja para promover produtos do Google ou ofertas de anunciantes do AdWords, recomendamos executar as seguintes etapas antes que o produto seja desativado:

* Remova todo o código de referência dos seus sites: remova todo o código de referências dos seus sites antes da última semana de agosto, para poder continuar a rentabilizar eficientemente o seu espaço de anúncios.
* Substitua os seus anúncios de referência por anúncios do AdSense para conteúdo: se você tiver menos de três blocos de anúncio do AdSense para conteúdo em uma página, recomendamos substituir os blocos de anúncio de referência por blocos de anúncio padrão do AdSense para conteúdo. Isso reduzirá os riscos de diminuição dos seus ganhos com o AdSense quando o programa de referências for desativado.
* Gere e salve todos os relatórios de referências na sua área de trabalho: eles não ficarão mais disponíveis a partir do final de outubro.

Agradecemos sua paciência durante essa transição. Se tiver mais perguntas, acesse http://www.google.com/adsense/support/bin/topic.py?topic=14882.
Agradecemos o seu suporte às referências do AdSense.

Atenciosamente.

Equipe Google AdSense

Depois de ter perdido uma grande parte dos meus rendimentos online, no dia 1 de junho, devido ao crach do servidor, já está tudo a voltar à normalidade.
Graças a ter os meus principais sites alojados num servidor alugado em Portugal, consegui comprar os discos ao datacenter, e recuperar quase todos os dados.

o que aconteceu?

Na noite do dia 1 para 2 de Junho fui acordado pelo datacenter para dar autorização para a reinstalação do servidor, pois ele não arrancava estava a dar kernel panic.
De manhã acordei com o servidor instalado de novo, e com o disco antigo montado.
Mas rapidamente descobri o pior pesadelo, todas as bases de dados tinham desaparecido!
Montei os sites e e-mails, e tratei de pedir acesso aos discos do servidor.
Esse acesso só foi possível através da compra dos discos, pois o servidor é alugado.

Mas do mal o menos, pois se o servidor fosse americano ou estivesse fora de Portugal essa tarefa seria impossível ou pelo menos muito mais complexa e demorada.

Ao fim de 2 semanas tenho tudo quase resolvido. A loja online de Informática, este blog, o futuro site de produtos nutricionais, etc, etc.
Agora chegou a hora de voltar ao trabalho.

Actualizar os blogs, criar novos projectos etc.

E o mais importante,

Fazer backups.

Pois é:

depois de casa roubada trancas à porta, os backups.

Entretanto queria referenciar o primeiro curso de wordpress em Portugal, que vai ser dado pelo Paulo Faustino do Fique-Rico no próximo mês, onde vai ser ensinado todo o processo de construção, configuração, gestão e rentabilização de um blog.
Não é referido no post do blog fique-rico o backup regular de blogs, mas tenho a certeza que o Paulo Faustino não irá deixar essa temática de fora do curso.

A sua empresa aparece no Google?

A sua empresa aparece no Google?

Não sabe? Então Faça a experiência.

Vá a www.google.pt

Insira o nome da sua empresa e veja o resultado.

Aparece?

Não?

Então lamento informá-lo, mas não existe.

Quer a sua empresa seja de âmbito local ou mundial,
Ela não existe!

Não leve isto a peito, mas sabe o que é que a maioria dos decisores faz, hoje em dia, quando um comercial lhe telefona?

Penso que já adivinhou.

Muitas vezes, ainda ao telefone com ele, vai ao Google e pesquisa o nome da sua empresa e, muitas vezes, até o dos seus produtos ou serviços.

Qual é que acha que é o resultado da conversa se:

- O seu site nem aparece
- Aparece, mas está mal desenhado ou mal estruturado
- Aparece numa posição muito longínqua, tipo na 3ª ou 4ª página
- Pesquisa os seus produtos pelo nome e não aparecem, ou então aparecem os produtos da concorrência do lado direito

Está a ver onde é que esta conversa nos está a levar?

Claro que sim.

Pode parecer que estamos a tentar vender-lhe um site novo.

Não é o caso, ainda não é uma área de negócios que trabalhamos.

Mas, hoje em dia, é fundamental ter alguns cuidados com a sua presença na internet.

Nomeadamente com o desenho do seu site e com a sua posição nos motores de pesquisa, à volta dos quais tudo gira hoje em dia.

Se perguntar aos seus filhos como é que hoje em dia eles acham a informação de que precisam, quase de certeza que lhe dizem que vão ao Google, ao Sapo ou ao Yahoo! pesquisar.

Se até uma criança sabe isto, porque é que tantos gestores continuam a deixar esta componente de fora da sua estratégia comercial?

Hoje em dia, o site é uma das caras da sua empresa.

O que é que sentiria se, ao ligar para uma empresa, fosse atendido de forma pouco profissional?

Ou se o comercial que o visita habitualmente aparecesse mal vestido ou pior?

Ou se o cartão de visita que lhe entrega estivesse dobrado e sujo, ou mal desenhado?

Seria uma situação complicada, não acha?

Pois é, a componente Web da sua estratégia comercial é cada vez mais um foco importante de atenção por parte dos seus clientes.

Estas são as más notícias.

As boas são que não é necessário uma fortuna para melhorar a sua imagem na internet.

Basta melhorar a sua página, tornando-a simples e com uma imagem atractiva e profissional.

Incluindo uma boa descrição dos seus produtos e serviços.

Hoje em dia, existem templates de sites que podem ser facilmente adaptados para ir ao encontro das suas necessidades.

A optimização da sua presença nos motores de pesquisa também pode ser facilmente melhorada, basta que se conheçam as regras.

Por exemplo, uma das coisas que pode melhorar rapidamente é o título que aparece na sua página da internet.

Esta é uma das primeiras coisas que os motores de pesquisa normalmente captam.

Vá ao seu site web.

Veja no topo da janela do browser o que é que aparece.

Em vez do nome da sua empresa, como é habitual, utilize uma frase que seja mais identificativa dos seus produtos ou serviços.

Por exemplo, em vez de JMLA, Lda., coloque “Oficina - Especialistas em Pintura e Mecãnica - JMLA, LDA “.

Esta é, com certeza, uma frase muito mais descritiva do que a empresa faz e, ao submeter o seu site aos motores de pesquisa, esta é a primeira informação a aparecer.

Quando um cliente pesquisar por “Oficina especialista em pintura”, o motor de pesquisa muito provavelmente irá mostrar o seu site à cabeça.

Este, como deve imaginar, é apenas um dos aspectos que é fundamental para a promoção da sua empresa na internet.

Se necessitar de ajuda para optimizar o seu site dexe um comentário.

E se já optimizou o seu site diga-nos o que fez.

Sabe como acompanhar os seus vendedores?

Um dos maiores lapsos que encontramos na gestão das equipas de vendedores hoje em dia é a falta de tempo para “liderar e acompanhar” versus “gerir” a sua equipa.

O que é normal hoje em dia é que o Chefe de Vendas ou Director Comercial passe uma quantidade enorme de tempo a resolver problemas ou “preso” com negócios existentes.

O problema desta prática é que deixa pouco tempo para estruturar o crescimento da sua equipa.

A não ser que já tenhamos uma equipa perfeita - o que, sinceramente, se a tem, os meus parabéns – a estruturação é essencial para atingir os resultados anuais de vendas.

Programar tempo para acompanhar os nossos vendedores no terreno apresenta muitas vantagens.

É essencial para focar o desenvolvimento individual de cada vendedor, reforçar o que estão a fazer bem e identificar as áreas que podem melhorar e que farão a maior diferença na sua evolução.

Este processo apresenta as seguintes vantagens:

O feedback é dado de uma forma mais próxima e pessoal, tornando-se mais fácil a sua incorporação a nível subconsciente;
Melhora e reforça a relação com o vendedor, o que motiva e inspira uma performance superior;
Providencia evidências tangíveis para avaliação e revisão;
Permite-nos aferir face a face com os nossos clientes o seu nível de satisfação, mas mais importante, o entendimento por parte do vendedor das suas necessidades;
Pode permitir a demonstração do “modelo” de venda existente na empresa de uma forma mais prática e objectiva no terreno.

Nas estratégias que habitualmente desenvolvemos para os nossos clientes podem existir três tipos de acompanhamentos comerciais:

1 – Apenas Observação:

Este tipo de acompanhamento permite aferir o nível de competência do vendedor numa situação real.
Quando se utiliza este tipo de acompanhamento é importante:

O vendedor avisar o cliente com antecedência que será acompanhado pelo seu chefe e explicar as razões para tal, por exemplo, visita anual aos clientes mais importantes;
Acordar com o Vendedor que mesmo que o cliente ponha questões, deverá ser ele a responder e que temos total confiança na sua capacidade para tal;

2 – Demonstração:

Um acompanhamento de demonstração permite-nos conduzir a visita de modo a que o vendedor possa ter um modelo adequado de como proceder no futuro.
Nestes casos são importantes os seguintes pontos:

Acordar com o vendedor que quando a visita acabar iremos pôr-lhe questões para aferir qual foi o seu entendimento do que aconteceu; isto assegura que o vendedor tenha de estar atento durante todo o processo;
Dado que as acções são mais eficazes do que as palavras, convém que nos empenhemos em realizar uma visita comercial de excelência, por forma a que o vendedor fique com um bom modelo de actuação.

3 – Actuação conjunta

Numa visita de actuação conjunta, tanto o vendedor como nós intervimos em parceria no desenvolvimento da visita, suportando-nos mutuamente.

Neste tipo de actuação é importante que:

Exista um equilíbrio em termos da actuação de cada um;
Resistamos à tentação de dominar a visita, deixando espaço para que seja o vendedor a brilhar, por forma a não minar nem frustrar o vendedor.
Todas as visitas devem ser preparadas com o vendedor, por forma a modelar e cimentar também essa parte do processo.

Antes sequer de pegarmos no telefone para iniciar o processo de marcação da visita, eis o que devemos considerar:

Objectivo: O que é que queremos atingir com esta chamada/visita?
Envolvente: O que é que conhecemos deste cliente?
Caminho: Qual a estratégia a utilizar para atingirmos o objectivo em termos comerciais?
Antecipar: Quais as questões/preocupações/entraves é que poderemos encontrar?
Ao ensinarmos os nossos vendedores a preparar estes quatro pontos antes de sequer pegar no telefone, aumentamos em muito o seu sucesso no processo de marcação e visita.

Durante o acompanhamento é normalmente boa ideia prever tempo para almoçar com o nosso vendedor.

Desta forma poderemos aumentar a componente relacional e entender melhor o vendedor no seu âmbito mais pessoal.

Por vezes, para aferir como é que o vendedor se sai em termos de criação de empatia e colocação de questões, escolho não partilhar logo à partida pormenores mais pessoais.

Lembrem-se sempre que se eles tiverem de almoçar com um cliente, essas mesmas técnicas poderão ser fundamentais.

Depois do almoço, é tempo de rever o desempenho das visitas da manhã e procurar o reconhecimento da parte do vendedor para os principais temas a melhorar no seu desempenho.

Mesmo que já tenham dado o feedback após cada uma das visitas, é importante voltar a rever tudo.

Normalmente procuro rever todas as questões que correram bem e dar feedback mais uma vez sobre os temas que ele poderia melhorar e, acima de tudo, como o fazer.

Uma das preocupações que devemos ter é acordar com o vendedor a incorporação do feedback que recebeu das visitas da manhã para poder melhorar o seu desempenho nas visitas da tarde.

Podemos então depois deixar que vão à sua vida, realizar as visitas que tinham agendadas para a tarde sozinhos.

No final do dia, normalmente devemos telefonar e receber o feedback deles, no sentido de avaliar como correu a integração das sugestões que fizemos.

Se isto for bem conduzido, é uma ferramenta excelente de motivação da Vossa equipa, dado demonstrar o Vosso empenho de uma forma muito concreta na melhoria da performance do Vosso vendedor.

Quer mais feriados?

Hoje gostava de me focar no fenómeno dos feriados.

A questão que se põe é:

“Mas afinal quando é que isto pára?”

Deve ser a questão mais presente nas mentes dos Comerciais e Directores Comerciais deste País à beira mar plantado.

Com tanto feriado, torna-se difícil conciliar o desejo de férias com o “desejo” de trabalhar e atingir os tão esperados objectivos de vendas.

Tempo para marcação ou realização de reuniões, não existe.

Tempo para atender os comerciais que tentam saber dos seus negócios, também não.

Tempo para…

Enfim, parece que hoje em dia não existe tempo para nada.

Como Comercial que continuo a ser, a vontade era ter uma varinha de condão e parar o País por uma semana e acumular todos os feriados num só “mega feriado”.

Assim, pelo menos, parava tudo de uma vez e quando regressássemos deste “mega feriado” todos retomaríamos ao trabalho e voltaria a existir tempo para tudo o que necessitamos no âmbito comercial.

Mas como parece que esta realidade só se deverá verificar num qualquer universo paralelo…

Vamos então continuar a andar completamente dessincronizados.

Quando os clientes têm disponibilidade, os vendedores estão de férias.

Quando os vendedores estão de férias, os clientes estão de férias.

Mas será que ninguém percebe o mal que isto faz à economia?

Principalmente numa época que se “diz” de crise.

Estamos em crise, logo, qual é a coisa mais lógica que podemos fazer?

Logo, vamos de férias. (Passo a publicidade).

De facto, tem lógica.

Fica a ideia, quem sabe um dia podemos então criar o famoso “mega feriado”.

Voltando à nossa realidade (sim, a dos feriados), como é que está a gerir toda esta situação na sua actividade comercial ou na sua empresa?

Depois de analizarmos este tema por algum tempo, chegou-se à conclusão de que nem todos os nossos clientes iriam de férias.

Nestas situações é muito simples cair no jogo das desculpas.

Quer algumas?

- Não fechamos negócio porque os clientes não estão disponíveis;
- Não consegui marcar reuniões esta semana, porque os clientes foram de férias;
- Esta semana não dá, o País está parado.

Quer mais?

Penso que não seja preciso.

Esta é a realidade com que nos debatemos todos os dias.

Gerir uma situação destas não é fácil e por vezes os comerciais até têm razão.

Mas nem sempre.

É muito simples baixar os braços e pegar numa das desculpas acima apresentadas.

Mas se por um lado uma parte dos Clientes vai de férias, por outro os que ficam têm até uma semana mais calma.

Não existe tanto trânsito.

Não existe tanto stress.

Foi mais fácil levar os miúdos à escola.

Estão portanto mais calmos e muitas vezes mais acessíveis.

Á semelhança das férias, em que nem toda a gente pára em Julho e Agosto, torna-se uma oportunidade para, por vezes, ter acesso aos clientes aos quais até ao momento ainda não conseguimos ter acesso.

A ideia é não nos deixarmos cair no erro de:

“Vamos sentar-nos e esperar que passe…”.

Faça uma lista de 21 clientes com os quais ainda não conseguiu ter uma reunião.

Agora ordene-os por ordem de importância e de seguida toca a trabalhar.

Vamos tentar marcar reuniões com todos eles.

Quando tiver uma nova semana com feriados, experimente, o que é que tem a perder?

De qualquer modo, em situações normais, também nunca conseguiu chegar às falas com eles, por isso tudo o que venha à rede é “Lucro”.